Porque hoje é sábado – Jardim-Caeiro
Alexandre Bragion Deito-me na relva para ser Caeiro. De olhos fechados, ponho-me nu, entregue, inteiro. Depois, abro os olhos e vejo-me real: estou deitado no canteiro do quintal, não tenho relva que me valha nem amor por mim verdadeiro. Tomo […]
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