Lembranças de um velho aldeão (7)
“Bênça, mãe!” Cecílio Elias Netto Parece-me impossível, aos órfãos de mãe, não sentir saudade no dia a elas dedicado. N´alma, fica o impreenchível vazio de uma insuperável solidão. Minha mãe chamava-se Amélia. Eu a tratava, porém, de “Dona Sarah”. […]
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