
As ações que integraram a Semana Nacional do Trânsito 2026 reuniram 2.090 pessoas em Piracicaba, em atividades voltadas à orientação e conscientização sobre segurança no trânsito. A programação contou com ações educativas, demonstrações práticas, serviços de saúde preventiva, simulações de situações de risco e terminou com a 6ª Caminhada pela Paz no Trânsito, realizada no domingo, 27/09, com saída do Engenho Central e 1.661 inscritos.
As atividades começaram em 18/09, no Terminal Central de Integração (TCI). Na sequência, foram realizadas ações na segunda-feira, 21/09, na concessionária Honda Aversa Motos, na avenida Luciano Guidotti; na quarta-feira, 23/09, na Estação da Paulista; e na sexta-feira, 25/09, no Distrito Uninorte.
Durante a programação, o público participou de atividades educativas e demonstrações práticas de segurança no trânsito, além de serviços como aferição de pressão arterial, testes de glicemia e vacinação contra a Influenza. Também foram realizadas simulações de situações de risco no trânsito, que permitiram aos participantes observar os efeitos de condições como sono e embriaguez na condução de veículos.
Entre as ações, foram instaladas 600 antenas de proteção corta-pipa, doadas pela Honda Aversa Motos. O vereador Gustavo Pompeo e sua equipe participaram desta programação. O dispositivo é utilizado por motociclistas e ciclistas como proteção contra linhas com cerol ou linha chilena.
O entregador Paulo Ricardo Timóteo Lopes, 42 anos, aproveitou a passagem pela Estação da Paulista para instalar a antena. Segundo ele, a medida representa uma proteção a mais para quem utiliza a motocicleta no dia a dia. “Deveriam oferecer a antena corta-pipa quando a gente compra ou aluga a moto. Parece besteira, mas evita muito acidente e tragédia. Ainda tem bairros em que as crianças usam cerol. A gente se sente mais protegido”, afirmou.
Siymon dos Santos Trindade, 23 anos, trabalha como entregador de moto há cinco meses e também atua como calheiro durante o dia. Ele contou que quase todos os dias vê crianças soltando pipas e considera a antena uma segurança adicional. “É uma segurança a mais para a gente que trabalha na rua o dia todo. É importante ter essa visibilidade para os motociclistas. A gente se sente muito excluído. Não são todos os motociclistas que são imprudentes”, disse.