Trabalho – Piracicaba gerou mais de 20 mil postos formais desde 21

Piracicaba gerou 20.296 postos de trabalho formais desde 2021, segundo dados divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho. Esse número coloca o município entre os 10 que mais geraram empregos no estado de São Paulo – pelos dados de janeiro deste ano, ocupa a 8ª posição. Dos setores analisados pelo governo, o de serviços lidera a geração de vagas de emprego na cidade desde 2021, com saldo de 8.132.
No acumulado geral desde 2021, Piracicaba registrou números positivos em todos os anos: saldo de 7.520 em 2021; 6.612 em 2022 e 4.919 em 2023. O setor de Serviços lidera a criação de vagas, com 8.132 postos nesse período, seguido da Indústria, com 6.500 novos postos de trabalho, Comércio na sequência, com 3.709 vagas, Construção, com 1.383, e Agropecuária, com saldo positivo de 572.
Desde o início da gestão do prefeito Luciano Almeida (PP), Piracicaba foi subindo ano a ano no ranking das cidades que mais geram emprego no estado de São Paulo, partindo da 16ª colocação (em 2021) e chegando à 8ª posição em janeiro deste ano.
Dos 10 municípios que mais geram emprego em São Paulo, somente Piracicaba e Santos têm menos de 500 mil habitantes.
“Os números mostram que tomamos o rumo certo, criando meios para incentivar empresas a se instalarem em nossa cidade, gerando emprego e renda para os cidadãos. Além de incentivar as empresas, nossa Administração, desde o início, tem investido em qualificação de mão de obra, por meio do oferecimento de cursos gratuitos, além de realizar ações que ligam quem busca mão de obra a quem procura, por meio das Feiras da Empregabilidade, Emprega Pira e Ação em Prol da Empregabilidade da Mulher, entre outros”, reforça o prefeito Luciano Almeida.
ÚLTIMOS DADOS – Nos dados divulgados hoje, 15/03, pelo Caged, o saldo é positivo, com a criação de 1.245 vagas. O setor de Serviços se mantém em primeiro lugar em número de vagas geradas, com saldo de 669. Em segundo lugar, o setor que teve a maior geração de postos de trabalho foi o da Indústria, com saldo positivo de 593, seguido da Construção, com 164 novas vagas de empregos formais.
Em relação ao perfil dos contratados, entre os 1.245 postos de trabalho, a maioria das admissões foram homens (880), com 366 mulheres contratadas. Em relação ao grau de instrução, a maioria tem o ensino médio completo (911), com a maior parte das contratações sendo na faixa etária de 18 a 24 anos (585), seguido da faixa entre 30 a 39 anos (214) e até 17 anos (172).

 

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