Segurança em condomínios & seguros

 

 

Ana Paula Cipriano Oliveira

 

Talvez até mais do que os moradores de casas em ruas, proprietários e inquilinos de apartamentos e casas em condomínios tendem a se preocupar com a segurança do prédio. É compreensível, considerando que há fluxos de vizinhos entrando e saindo o ano inteiro e todos têm seus próprios visitantes frequentando a propriedade.Assim sendo,segundo o código civil aponta, a responsabilidade na conversação e segurança nas áreas comuns do condomínio é do(a) síndico(a).Todavia, os condôminos precisam também contribuir com ela para evitar assim, problemas de segurança e que muitas vezes irá ajudar o trabalho da portaria para evitar situações de perigo, como: roubo, furto, assalto, sequestro e invasão.

E para manter a segurança do condomínio é preciso câmeras de segurança, muito treinamento aos funcionários, comunicação entre as portarias, cercas elétricas, sensores de presença, circuito fechado de TV, guaritas blindadas, entre outros. Pode-se também, contratar alguma empresa para realizar esse tipo de gestão, mas que irá gerar custos adicionais e alguns condomínios preferem este serviço mesmo que paguem um pouco a mais por ele, para ampliar a área de segurança.

[…] de acordo com o ditado popular: “prevenir é melhor do que remediar” referente a segurança de um empreendimento, principalmente porque a maioria das pessoas atualmente têm preferido morar em condomínios fechados, já que os consideram mais seguros do que casa, mas para garantir essa “tranquilidade” aos moradores os condomínios, precisam de determinados recursos e também de boas práticas adotadas a toda comunidade envolvida além do síndico, gestão e moradores e são elas além das acima citadas: identificar quem entra no condomínio para prevenir sinistros nos condomínios; identificar prestadores de serviços e visitas na portaria, antes de deixar alguém entrar; pedir aos moradores que venham retirar na portaria suas encomendas e acompanhamento em relação a abertura e o fechamento dos portões atentamente para que ninguém se aproveite desse momento para entrar no condomínio.

É importante criar protocolos de segurança e de divulgação, pois, garantir a segurança do lugar é dever de todos que o frequentam, sejam eles moradores ou não, trabalhadores, síndico(a), prestadoras de serviços é dessa forma que os protocolos de segurança existem além do “só ficar no papel”, devem ser de fato obedecidos e praticados por todos, evitando desconfortos, assaltos ou até invasões.

Usar da tecnologia, pois cada vez mais dispositivos vêm sendo desenvolvidos e aprimorados com a finalidade de garantir a segurança coletiva em condomínios, tais como: aparelhos de verificação biométrica, uso de tags, reconhecimento facial, grupos de WhatsApp, sistemas automatizados e outras funcionalidades eletrônicas que podem idealizadas pelo síndico e condôminos para melhorar a segurança do ambiente residencial.

E por fim e não menos importante, a capacitação dos profissionais de segurança, pois, uma equipe bem treinada e com experiência em segurança condominial é muito importante para assegurar a preservação do condomínio e o bem-estar dos moradores o que parece não acontecer em um condomínio que conheço bem, por ser o síndico(a) relapso(a) com a segurança e preservação do patrimônio social do lugar.O fato é que a segurança de um empreendimento depende da atuação e colaboração de todos: moradores, empregados, síndico e um sistema de segurança implantado que funcione sempre, 24quatro horas por dia ou sete dias por semana, né José*!?

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Ana Paula Cipriano Oliveira, socióloga e filósofa, especialista em administração hoteleira, mestre em turismo e hotelaria com ênfase em patrimônio cultural e cursa atualmente MBA pela UNYLEYA em gestão condominial (2022).

 

 

 

 

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