Alienação Parental (II) – Histórico

O histórico da SAP (Síndrome da Alienação Parental) no site da APASE (Associação de Pais e Mães Separados) evidencia a forte presença da mãe para que a alienação ocorra.

Na década de 60 a mulher luta por seus direitos (feminismo), enquanto pais se dedicam mais a atividades caseiras, entre elas o cuidado com os filhos. Nos anos 70 uma lei favorável ao divórcio acarreta uma avalanche de divórcios nos EUA, e pouco depois outra lei institui a “Guarda Compartilhada”, o que até então dependia da concordância da mãe.

Há um efeito perverso em se pensar que o melhor genitor são ambos os pais quando ocorre uma separação, pois isso desencadeia uma guerra judicial e ambos tentarão provar que o outro é um mau genitor.

Na década de 80 o número de divórcios se intensifica e consequentemente o fenômeno fica evidenciado, sendo Richard Gardner quem o batiza com o nome de ‘Síndrome da Alienação Parental’.

Como em geral a guarda dos filhos fica com a mãe, na imensa maioria dos casos é ela a alienante, mas pais também promovem o afastamento dos filhos.

Desde o final dos anos 90 eles têm passado mais tempo com seus filhos pela guarda compartilhada, e a alienação parental aparecido de forma equilibrada em ambos os progenitores.

O alienante chegando ao extremo de mudar de país para afastar o filho do ex-cônjuge, sem contar que denigre sua imagem.

 

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“A maldade é a vingança do homem contra a sociedade pelas restrições que ela impõe. […] É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura”. (Sigmund Freud)

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Por que amamos algumas pessoas mais que a nós mesmos? Fazem da nossa vida a coisa mais extraordinária de Deus, não sabemos se um esplendoroso nascer do sol é mais belo que seu sono encolhido como que protegida no ventre por estar ali com você? E só depois percebemos que aquele ser brincou de lhe amar e nos vemos iludidos pelos sentimentos. Como fugir da dor da cama vazia sentindo que o sol agora é o único que brilha no amanhecer?

Júnior.

 

A beleza bem retratada de sua paixão é expressão projetiva de sua mente. Todo apaixonado idealiza tanto o outro que não se dá conta da enorme responsabilidade que joga nas suas costas por seu infortúnio. A paixão, característica da falta de razão, é exclusiva do apaixonado não necessitando correspondência para existir.

Qual representação tem essa pessoa que ama para vá além do amor a si próprio? Quem é mais importante a você senão você mesmo? A paixão facilmente nos subordina aos desejos do outro. E seus próprios desejos onde ficam? De que forma eles ficam marcados senão inferiormente, de menor importância, o que é um grave erro?

A pessoa apaixonada recusa a verdade, nega o real. Mas uma hora a ficha cai. E ainda assim não percebe que o único responsável por seus sentimentos é ele mesmo, patrocinado pela irracionalidade.

A mudança de percepção do brilho do sol já representa um enfrentamento de sua dor, diferente de fugir dela.

 

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