Bebel: “compromisso com a causa feminina”

Bebel durante ato público das mulheres na Praça José Bonifácio, sábado pela manhã – Crédito: Divulgação

A deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), participou neste fim de semana de atividades relacionadas ao “Dia Internacional da Mulher” e reforça o seu compromisso com a luta das mulheres e contra todos os atos de discriminação e violência à mulher.  No sábado pela manhã, 7 de março, a Professora Bebel  participou em Piracicaba, na  Praça José Bonifácio, de ato organizado pelo movimento unificado pela vida das mulheres, e ao lado de dezenas de companheiras e companheiros destacou o lema deste ano dos movimentos que se uniram para promover uma grande manifestação estadual em São Paulo: “Mulheres contra Bolsonaro, por nossas vidas, democracia e direitos, Justiça para Marielle, Cláudias e Dandaras”.

No ato em Piracicaba, ainda, a Professora Bebel falou da discriminação à mulher, que também sente na pele na Assembleia Legislativa, onde está no primeiro mandato, mas que isso acaba sendo mais um combustível para continuar firme na luta em defesa das mulheres. Ressaltou que isso não é novidade em sua vida e que é preciso combater o governo Bolsonaro que personifica o machismo, a misoginia e a discriminação de gênero no poder, assim como o governo Doria, em São Paulo, que não fica atrás, uma vez que ofende as professoras – que são mais de 80% do magistério – quando diz que ficamos em casa tomando suco de laranja, além de fazer uma reforma da previdência que é pior do que a federal. “Nesta luta, as mulheres têm sido protagonistas e não aceitaremos caladas que Doria (governador João) nos discrimine quando estabelece na reforma da previdência que teremos que trabalhar mais sete anos para nos aposentarmos, um acréscimo de tempo maior do que para os homens”, acrescentou.

Já no domingo, na avenida Paulista, debaixo de chuva, a deputada Professora Bebel, reafirmou que o governo que discrimina, ofende e coloca em risco tantas conquistas alcançadas com muita luta. No entanto,  “estamos em luta contra os retrocessos, pelos direitos humanos, pela vida, saúde, pela igualdade salarial, pelos direitos trabalhistas que nos vem tirando, e tantas outras políticas necessárias à mulher trabalhadora, suas filhas e seus filhos. Por um sistema de previdência que respeite e atenda às especificidades da condição da mulher trabalhadora. Lutamos contra a violência, contra o machismo, a misoginia. Queremos que o Estado nos defenda e que não seja mais um instrumento de opressão. Por isso temos que estar cada vez mais unidas e mobilizadas, hoje e sempre”, discursou.

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