BIBLIOTECÁRIO — I
Celebrado em 12 de março, o Dia do Bibliotecário convida a sociedade a olhar além das estantes e reconhecer a importância estratégica de quem organiza, válida, e democratiza o acesso ao conhecimento. Em um mundo marcado por algoritmos e por uma avalanche diária de conteúdos digitais, a atuação desse profissional torna-se cada vez mais essencial.
BIBLIOTECÁRIO — II
Mais do que uma homenagem simbólica, a data reafirma a importância de quem garante a qualidade da informação, promove o acesso público ao saber e fortalece a construção de uma sociedade mais crítica e bem-informada no Brasil.
BIBLIOTECÁRIO — III
A data foi escolhida em homenagem ao nascimento de Manuel Bastos Tigre (1882–1957), considerado o primeiro bibliotecário concursado do país. Também poeta, publicitário e intelectual atuante, ele assumiu a direção da Biblioteca Central da então Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, e tornou-se referência na consolidação da Biblioteconomia como campo profissional.
BIBLIOTECÁRIO — IV
O 12 de março foi oficializado como Dia do Bibliotecário pelo Decreto nº 84.631 e reforça a importância da categoria para a sociedade brasileira. Parabéns, pois, aos profissionais do Brasil, especialmente os que atuam em Piracicaba e Região.
EMPRÉSTIMO – I
Ao ocupar a tribuna na reunião ordinária de segunda-feira (9), o vereador Laércio Trevisan Jr. (PL) criticou o projeto de lei 35/2025, do Executivo, que deu entrada na Casa. A propositura autoriza a adesão do Município ao Programa Avançar Cidades – Pró-Transporte, que emprestaria R$ 345 milhões a 6% de juros ao ano.
EMPRÉSTIMO – II
Ele criticou o fato de o empréstimo ser pago pelas futuras administrações por um prazo de 20 anos. “Não dá para emprestar algo para que quatro futuros prefeitos venham a pagar a dívida, do que a grande maioria aqui não sabe nem o que vai fazer e o que vai ser liberado, é assinar um cheque em branco e um cheque muito alto pelo valor da arrecadação”, disse.
EMPRÉSTIMO – III
O vereador lembrou que no dia 31 de dezembro de 2025 a prefeitura tinha R$ 500 milhões em caixa e daria para asfaltar as 74 ruas de bairros não atendidos. “Deveria ser proibido esse tipo de empréstimo nesses valores. A prefeitura tem caixa para fazer com os recursos delas”, concluiu o vereador Laércio Trevisan Jr.
CÁSSIO — I
Os advogados Jonas Parisotto e José Osmir Bertazzoni apresentaram a resposta à acusação, ou, em outras palavras, a defesa de Cássio Fala Pira, tem pedidos de diligências e oitiva de várias testemunhas. E não podemos divulgar o teor da defesa, pois o processo segue em segredo de justiça.
CÁSSIO — II
“De qualquer forma, pugnamos pela inocência dele”, afirmam os advogados, informando que “temos um habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça, cujo mérito será ainda apreciado”. E a audiência de instrução, debates e julgamento será no mês de abril.
DUAS LINHAS
Neste momento em que este Capiau reafirma ser idoso e estar cansado, assistindo à arena política nesses 57 anos de jornalismo, nada melhor do que repetir, para consolo, as duas linhas com as quais Euclydes da Cunha encerra “Os Sertões” (1902): “É que ainda não existe um Maudsley para as loucuras e os crimes das nacionalidades…” Reafirmando — sem se cansar — a necessidade de, hoje e mais do que nunca, cuidar das mentes que circulam na política.