VISITAS
Luana Silva, pré-candidata a deputada federal pelo PL do Mato Grosso do Sul, e o presidente do Semae, Ronald Silva, visitaram as instalações da Rádio Educadora e participaram do Programa Comentaristas, sendo recebida pelo diretor Jairinho Mattos e sua equipe.
DOAÇÃO — I
Nos bastidores da política, o fim de 2025 teve clima de amigo oculto, mas sem limite de valor no presente. O empresário Rubens Ometto, um dos homens mais ricos do Brasil e comandante supremo dos impérios Cosan e Raízen, resolveu passar o cartão, no débito, para ajudar o Republicanos a fechar o ano com sorriso no rosto e caixa reforçado.
DOAÇÃO — II
Foram duas doações “singelas” de R$ 870 mil cada, nos dias 26 e 29 de dezembro. Nada de parcelar em 12 vezes sem juros: Ometto foi direto, rápido e eficiente, como quem abastece o tanque sabendo que o combustível vai render. No total, R$ 1,74 milhão destinados à nobre causa da “manutenção do partido” — porque, convenhamos, manter partido hoje em dia não é barato nem com promoção.
DOAÇÃO — III
Com esse gesto, o empresário assumiu o posto de maior financiador privado da legenda em 2025, deixando claro que, quando o assunto é contribuição, ele não joga na série B. Fundo partidário à parte, o Republicanos ganhou um verdadeiro “patrocinador master”, daqueles que poderiam facilmente estampar a camisa com logomarca no peito.
DOAÇÃO — IV
E não é para menos: o partido abriga estrelas do elenco político nacional, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o deputado federal Hugo Motta. Com esse time em campo e esse patrocinador no caixa, o Republicanos encerra o ano no estilo “balanço positivo”, provando que, na política brasileira, amizade boa é aquela que termina em TED confirmado pela Justiça Eleitoral. E, claro, quando tem vitória. Difícil são as nuvens.
REFORMA — I
O presidente Lula (PT) já pode ir aquecendo a cadeira, e não é por causa do café do Planalto. Os primeiros meses de 2026 prometem ser de ginástica política intensa: tudo indica que cerca de 20 ministros devem arrumar as malas e deixar o governo para disputar algum cargo eletivo.
REFORMA — II
A legislação eleitoral não perdoa atrasos: quem quiser concorrer precisa pedir exoneração até seis meses antes da eleição, ou seja, até 4 de abril. Traduzindo do juridiquês para o bom humor: abril chega como aquele prazo do imposto de renda, todo mundo sabe que existe, ninguém quer encarar, mas não dá para fugir.
REFORMA — III
Resultado? O presidente Lula terá que montar um verdadeiro quebra-cabeça ministerial, com troca-troca de cadeiras, despedidas emocionadas e possivelmente aquele clássico “fica só até eu achar alguém”. Se política já parece um jogo de xadrez, em 2026 ela ganha um bônus: peças levantam-se da mesa e saem correndo para a urna.
REFORMA — IV
Sidônio Pereira, secretário de Comunicação da Presidência, deve trocar o gabinete pelo front de batalha eleitoral. A missão? Assumir o marketing da campanha de reeleição do presidente Lula. Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda, pode trocar as planilhas, o arcabouço fiscal e o olhar preocupado pelo desafio das urnas. O destino ainda está em aberto: Senado ou Governo de São Paulo. Seja qual for, a campanha promete mais emoção que coletiva sobre juros.
REFORMA — V
Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento, também deve entrar no jogo. É cotada para disputar uma vaga ao Senado por São Paulo, mostrando que, depois de planejar o país, planejar votos é o próximo passo. Já Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, deve mirar a Câmara Federal. A ideia é concorrer a deputado federal por São Paulo. Este Capiau apoia a ministra que nasceu em Três Lagoas, MS.
REFORMA — VI
Márcio França (PSB) está naquela fase clássica da política: “avaliando”. O ex-governador estuda a possibilidade de disputar novamente o Governo de São Paulo. Traduzindo: está medindo o vento, o humor do eleitor e a temperatura do café nos encontros políticos. E observa as nuvens, ao lado de Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente e ministro do Desenvolvimento.
REFORMA VII
Sônia Guajajara, dos Povos Indígenas, deve buscar a reeleição para deputada federal por São Paulo. Sem muito suspense: a ideia é manter o mandato e seguir firme na defesa das pautas indígenas, agora com experiência parlamentar no currículo. Em frente.
REFORMA — VIII
Já Geraldo Alckmin (PSB) vive o famoso dilema do político experiente: opções demais. Atual vice-presidente e também ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alckmin pode tentar a reeleição na chapa do presidente Lula, ou então mirar São Paulo, seja para o Senado, seja para o Governo do Estado. Em resumo: qualquer vaga que abrir, ele tem o currículo pronto.
ESCLARECIMENTOS — I
Este idoso e cansado Capiau não inventa nota. Aqui, não há ficção científica nem roteiro de novela: o que se publica é o que corre solto nos bastidores da política. Muito menos “vive de notícias falsas”, como insinua um neófito político da praça.
ESCLARECIMENTOS — II
São comentários daqui, cochichos dali, fontes que falam mais do que deveriam, e outras que juram que não falaram nada, mesmo tendo falado tudo. Evidente que, na maioria das vezes, não vai agradar a todos. Aliás, se agradasse, aí sim seria motivo de preocupação. E sigilo da fonte é total.
ESCLARECIMENTOS — III
Como já escreveu este Capiau no fim do ano, políticos, aspirantes a políticos e líderes em geral seguem abastecendo o arsenal desse Capiau. A munição chega sozinha, sem pedido formal e, muitas vezes, com direito a “off” que dura menos que promessa de campanha. Capiau não corre atrás das notícias, elas chegam naturalmente.
ESCLARECIMENTOS — IV
Mas que fique claro: o objetivo aqui é informar, nunca prejudicar quem quer que seja. Até porque este país ainda nos garante algo precioso, e às vezes esquecido, chamado liberdade de imprensa, a famosa livre expressão do pensamento. O Capiau apenas exerce esse direito e seu dever, a de informar, e, se há pré-candidato que dorme na legenda, não é problema desta coluna. E Poder Judiciário está, firme e forte, para atender as demandas legais.
NOTA
“Diante das especulações que vêm sendo noticiadas, venho a público esclarecer que meu compromisso é com o MDB Piracicaba. Estou alicerçado nas diretrizes do presidente do MDB-SP, Rodrigo Arenas, e do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, com o entendimento de que o MDB avançará de forma consistente em todo o Brasil nas eleições deste ano. Reafirmo minha confiança no projeto partidário e no fortalecimento do MDB nos âmbitos municipal, estadual e nacional”, afirma, em nota o ex-presidente do MDB Piracicaba, Andre Augusti.
PERGUNTA
Afinal, o que pode se deduzir dessa expressão: “meu compromisso é com o MDB Piracicaba”. Segue o Diretório local, estadual e nacional. E não pessoas. É Isso?