Câncer – Dia Mundial de Combate é celebrado sábado

O atendimento ocorrerá no Cecan, localizado na Santa Casa de Piracicaba, à avenida Independência, 953 – foto: Divulgação

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Pulmão é celebrado em 1º de agosto, com o objetivo de conscientizar sobre a importância da prevenção, detecção precoce e tratamento dessa doença. Em decorrência da importância da iniciativa, no dia seguinte, 02 de agosto, o Cecan — Centro do Câncer da Santa Casa de Piracicaba — abre, às 9h, atendimento gratuito a todos os interessados em participar da campanha Sábado Sem Câncer de Pulmão.

Basta comparecer na Unidade com documento pessoal e comprovante de residência, para ter acesso à equipe de médicos oncologistas, pneumologistas, radiologistas, enfermeiros, psicólogos e voluntários para atendimento rápido e especializado aos participantes, por ordem de chegada.

Segundo o oncologista Fernando Medina, diretor do CECAN, durante a Campanha, a equipe atuará promovendo anamnese rápida e ausculta pulmonar, tomografia computadorizada de pulmão para fumantes de alto risco, distribuição de folders educativos, tratamento gratuito para câncer de pulmão e tratamento para tabagismo.

A Campanha tem apoio da DRS X (Departamento Regional de Saúde) e Prefeitura do Município de Piracicaba e vai disponibilizar também grupos de apoio e/ou consultas com psicólogos e pneumologistas para ajudar na cessação do tabagismo, um dos principais fatores de risco para o câncer de pulmão.

Ao justificar a iniciativa, Medina lembrou que o movimento Agosto Branco decorre justamente da necessidade de conscientização e combate ao câncer de pulmão, que é um dos tipos mais incidentes e letais no mundo, representando cerca de 25% das mortes por câncer. “No Brasil, é o segundo câncer mais comum em homens e o quarto em mulheres, com estimativas de 704 mil novos casos no triênio 2023-2025, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) ”, alertou o oncologista.

A ideia, segundo ele, é que a iniciativa atraia, sobretudo, fumantes, ex-fumantes e pessoas expostas a fatores de risco, como poluição ou histórico familiar da doença. “A tendência é que o câncer de pulmão continue a evoluir rapidamente, de forma que a sociedade organizada precisa de mobilizar na prática para que as pessoas saibam o que está acontecendo e o que cada uma delas pode fazer para prevenir a doença e mudar as estatísticas”, ressaltou.

 

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