HFC Saúde – Deficiente visual viaja e vem conhecer o HFC, onde nasceu

Emoções…                     emoções…           emoções…  Crédito: Divulgação

 

O sonho da jovem de 16 anos era conhecer onde nasceu; viagem foi de moto e o percurso foi de 1440 km

 

Pai e filha percorreram mais de 1440 km em cima de uma moto para que a Isabela Eduarda Bárbara de 16 anos, deficiente visual pudesse conhecer o HFC Saúde, hospital que ela nasceu. A história da Isabela começa em Bertioga – SP, quando ela ainda estava na barriga da mãe que teve complicações na placenta e precisou adiantar o parto. Na época elas foram encaminhadas para o HFC Saúde, que tinha a estrutura para realizar esse parto delicado. O pai, Eduardo Caetano Bárbara lembra que a filha ficou mais de dois meses internada. “Foram 70 dias internada, desses pelo menos 45 na UTI Neonatal. Não foi fácil, mas a cada evolução dela, uma bebezinha tão frágil era uma conquista. A equipe do hospital foi maravilhosa, durante todo esse tempo”.

A família se mudou para Manborê, no Paraná e os pais sempre contaram para a Isabela como e onde ela havia nascido. “Meu desejo de conhecer o hospital começou quando eu estava perto de completar 15 anos. Como estava em pandemia, nós não poderíamos fazer festa, mas eu queria algo importante para essa data. Foi aí que nasceu o desejo de conhecer o hospital onde nasci”, disse a jovem.

A viagem aconteceu nesse mês de setembro. O HFC Saúde não sabia dessa viagem, só ficou sabendo quando pai e filha chegaram no hospital. “Quando soubemos que pai e filha estavam na porta do hospital, nossa equipe de assistência social prontamente recebeu os dois, conheceu a história e ainda levou a Isabela até a UTI Neonatal, para que ela pudesse tocar na incubadora, uma oportunidade para ela sentir onde nasceu e recebeu os cuidados ainda bebê. Isso é humanização, proporcionar experiências que as pessoas vão levar para a vida”, disse o presidente do HFC Saúde, José Coral.

A Isabela, além da UTI Neonatal pode conhecer a equipe. “Para mim uma foto na frente do hospital já era significativa, mas a experiência foi muito além. Eu só imaginava como era o local onde nasci. Mas poder tocar na incubadora, ouvir o choro do bebê, escutar os batimentos cardíacos e sentir com as mãos o cuidado da equipe foi sensacional”, disse ela.

O pai que registrou e acompanhou toda essa história, ele estava realizado com a conquista da filha. “Ela só queria uma foto na frente do hospital em que nasceu, mas vocês se preocuparam com cada detalhe. Sou agradecido pelo que proporcionaram para a minha filha”, disse o pai.

 

 

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