Ana Paula Cipriano Oliveira
Toda empresa possui objetivos estratégicos com o intuito de mostrar que a organização conquistou a visão de um futuro desejado. No entanto, para que isso aconteça é preciso que a empresa desenvolva suas competências organizacionais. Tal ferramenta ajuda na tomada de decisão, como: a criação de planos de carreira, a oferta de promoções para profissionais, e assim, por diante. E é a partir desse mapeamento de competências que é possível reconhecer as habilidades necessárias para cada cargo, tomar decisões melhores e ser mais competitivo. Esse mapeamento é muito importante para uma área de Recursos Humanos, pois assim, permite que o gerente adote práticas para desenvolver os colaboradores para aquelas competências, já que, todo bom gerente de RH sabe que o capital humano é um dos principais diferenciais competitivos de um negócio. Tal mapeamento consiste em: pesquisa documental e objetiva, observação para que as equipes de trabalho “sintam” de certa maneira o clima da organização; análise de dados; apuração dos resultados; desenvolvimento de políticas de remuneração; relacionar os perfis e valores da empresa; descrição das competências necessárias, ou seja, construir o mapeamento e refletir sobre o que fazer se estiver correto ou incorreto, no caso da segunda alternativa será necessário contratar o conhecimento técnico de um especialista.
O mapeamento de competências é uma prática fundamental para identificar as competências necessárias para cada cargo dentro de uma empresa/organização, com a finalidade dos colaboradores que ocupam esses cargos possam desenvolver ou aprimorar essas competências para ajudar a empresa a alcançar seus objetivos estratégicos.
Desta forma, para avaliar as competências técnicas e comportamentais de cada colaborador(es) em uma organização é preciso levar em conta 3 fatores, são eles: conhecimento, habilidades e atitudes. Esse modelo de avaliação permite melhorar a performance dos profissionais, atribuindo a eles novas capacidades ou melhorando as já existentes, além de corrige os desvios para desenvolvimento de novos conhecimentos.
Em suma, o ambiente organizacional no atual cenário de competitividade é dinâmico e pode quebrar paradigmas, pois, faz-se necessário gerir de forma eficiente e positiva os recursos materiais, financeiros, e, principalmente humanos de uma empresa, com confiança, respeito, criatividade, inovação, para se promover a satisfação, elevar desempenhos e diminuir conflitos entre membros de uma equipe, no caso, de um condomínio seriam os colaboradores, e a mais indicada para tal é o(a) síndico(a) que precisa ser responsável, ter conhecimento da função, entender o máximo que puder de legislação, além de ter que adotar medidas para organizar as principais áreas de conflito na gestão do condomínio: finanças, funcionários e comunicação (como em qualquer empresa o condomínio possui várias obrigações legais ou deveria, né!?).
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Ana Paula Cipriano Oliveira, socióloga, filósofa, especialista em Administração Hoteleira & Tecnologia Aplicada em Sala de Aula. Mestre em Turismo e Hotelaria (com ênfase em patrimônio cultural)