LULA
Com a força que lhe marca ao longo da vida, o presidente Lula (PT) está firme e forte para disputa do segundo turno das eleições presidenciais. É bom no mata-mata e quer uma campanha dos companheiros para levar os mais de 30 milhões para votar. É todo mundo sem parar, de hoje em diante.
FLAVIO
O senador Flávio Bolsonaro (PL) já está se fortalecendo em São Paulo, com a primeira reunião sobre o segundo turno com o governador reeleito, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Seu palanque entre os paulistas.
JOSÉ DIRCEU
A votação de menos de 80 mil votos ao ex-ministro José Dirceu (PT) — um mito na história da redemocratização do Brasil, ex-presidente do PT — é um dos maiores alertas à esquerda brasileira. É preciso análise profunda.
BEBEL — I
Reconhecida em todo o Estado e especialmente pela luta em favor da educação, em defesa dos servidores públicos, principalmente do magistério, a Professora Bebel (PT) teve menos votos do que nas eleições de 2022. Foi reeleita com 142.001 votos.
BEBEL — II
Pelas redes sociais, a deputada estadual Professora Bebel (PT) agradeceu aos 142 mil votos que obteve em sua segunda reeleição para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Mas a Justiça Eleitoral registrou 142.001. Sim, um é o voto dela própria. Por isso, são bem agradecidos os 142 mil.
ALEX
A reeleição do deputado estadual Alex Madureira (PL) é uma demonstração, bem clara, que nem só de púlpito pentecostal (honrosas exceções) vivem os políticos que nasceram em templo. Ele pertencia ao Ministério Madureira da Igreja Evangélica Assembleia de Deus.
BARJAS
Pela campanha em favor do voto em piracicabano, com domicílio eleitoral aqui, o ex-prefeito Barjas Negri (PSD) ficou suplente na Câmara Federal, e poderá assumir se algum entendimento tiver de Gilberto Kassab, presidente da legenda.
CENTRÃO
E o PSD de Gilberto Kassab cresce mais uma vez e se torna, de vez, o partido do Centrão. O partido recebeu 9,39 milhões de votos para deputado federal, um crescimento de 13% em relação ao pleito de 2022, elegendo 43 deputados federais, uma cadeira a mais desta vez.
NANCY
Candidata pelo Partido Verde (PV) — na Federação com o PT e com o PcdoB —, Nancy Thame não passou de dez mil votos e fez campanha em todo o Estado através da sua legenda. Não foi bem
RAI
A vereadora Rai de Almeida (PT) não foi bem de votação no Estado de São Paulo, apesar de centralizar a campanha em Piracicaba e Região. Rui Falcão, ex-presidente do PT, a quem esteve ligada no ninho petista, foi reeleito, e teve o trabalho local do professor Adelino de Oliveira.
ERICA
Do alto dos mais de 30 mil votos nas eleições de 2022, a advogada Érica Gorga (PRD) não teve muitos votos. Ficou longe do necessário.
RENAN
O vereador Renan Paes (PL) chegou nos 30 mil votos no total, mas o desempenho não foi o esperado com o carimbo da marca “Bolsonaro”.
DR PACHECO
Quanto aos 12 mil votos do médico Dr. Pacheco para deputado federal pelo União Brasil, difícil entender a sensação de que “estaria eleito”. Ele é vice-prefeito de Piracicaba e verá com o prefeito Helinho Zanatta (PSD) como fica 2028. São dois anos apenas.
HELINHO
Por sua vez, o prefeito Helinho Zanatta (PSD) não foi candidato, mas, pelas redes sociais, cumprimentou efusivamente o governador do Estado, Tracísio de Freitas (Republicanos) pela reeleição, com 72% dos votos. Recado polido e político.
VANDE
O jornalista Vanderley Antonio Zampaulo, o Vande, tem motivos especiais para comemorar. É que, além da eleição da deputada Professora Bebel, com aumento da votação em Piracicaba, ele trabalhou o nome do deputado federal João Paulo Cunha, que teve mais de 500 votos na cidade. Ótimo.
JUSTIFICAR
A eleitora ou o eleitor que não conseguiu votar no 1º turno nem justificou a ausência às urnas domingo (4) tem até o dia 3 de dezembro para apresentar justificativa. O requerimento pode ser feito pelo e-Título, pelo Autoatendimento ou presencialmente, por meio de formulário, em qualquer cartório eleitoral. É preciso anexar documentação que comprove o motivo da ausência, para posterior análise de juiz ou juíza da zona eleitoral responsável.
ABSTENÇÃO
Neste 1º turno das Eleições Gerais de 2026, a abstenção no Estado de São Paulo alcançou 22,5% do eleitorado. Dos mais de 34,1 milhões de paulistas aptos a votar, cerca de 7,6 milhões não compareceram às urnas no último domingo (4). Na capital, a taxa de abstenção foi um pouco maior: 23,4% do eleitorado paulistano não exerceu seu direito de voto, o equivalente a mais de 2,1 milhões de pessoas. Os dados são da página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).