TAXA DE LUZ — I
Se o munícipe de Piracicaba ainda não percebeu, talvez seja hora de olhar com um pouco mais de atenção para a conta de luz da CPFL. Desde janeiro, ela ganhou um “detalhe especial”: a famosa Taxa de Iluminação Pública, a COSIP. Sim, aquela mesma que foi aprovada pela Câmara Municipal em projeto de autoria do prefeito Helinho Zanatta (PSD).
TAXA DE LUZ — II
A taxa já está valendo e, como costuma acontecer com novidades desse tipo, quem realmente sente o brilho dela é o bolso do piracicabano. Então, se a conta de energia pareceu um pouco mais “iluminada” nos últimos meses, não é impressão. Basta conferir a fatura da CPFL e lá estará ela, discretamente instalada entre as cobranças. No fim das contas, a iluminação pública continua cumprindo sua função de clarear as ruas da cidade. A diferença é que agora ela também dá uma boa iluminada na conta de luz dos moradores.
PRESIDENCIÁVEIS — I
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já avisou que vai tentar a reeleição em 2026. Ou seja, já está aquecendo os motores para mais uma volta na pista da política brasileira. Do outro lado do tabuleiro, o Partido Missão resolveu entrar no jogo com Renan Santos como candidato, mostrando que, em eleição presidencial no Brasil, sempre cabe mais um concorrente no ringue.
PRESIDENCIÁVEIS — II
Como se não bastasse, o escritor e psiquiatra Augusto Cury também anunciou, na semana passada, que pretende disputar a Presidência da República. O anúncio veio em forma de “Carta Aberta à Sociedade Brasileira”, o que significa que, além de candidato, ele já começa a campanha tentando analisar psicologicamente o país inteiro.
PRESIDENCIÁVEIS — III
No PL, até que alguém prove o contrário ou mude tudo na última hora (o que em política brasileira não é exatamente uma raridade), o nome colocado é o do senador Flávio Bolsonaro. Já no PSD de Gilberto Kassab, a situação lembra fila de padaria em dia de promoção: tem mais gente querendo do que vaga disponível. Entre os possíveis nomes estão Ratinho Junior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite. Kassab, conhecido por nunca fechar uma porta antes de abrir outras três, segue avaliando o cenário. E há as nuvens…
MUDANÇA — I
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, decidiu fazer as malas políticas e deixar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB). O novo endereço partidário será o Partido Socialista Brasileiro (PSB), onde ela pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de outubro.
MUDANÇA — II
A mudança faz parte daquele tradicional “período de dança das cadeiras” da política brasileira, quando alguns trocam de partido com a mesma rapidez que se troca de camiseta em final de campeonato. Pelo desenho que começa a surgir nos bastidores, Tebet deve integrar a chapa governista em São Paulo ao lado de Fernando Haddad, que aparece como um dos nomes cotados para disputar o governo do estado. Enquanto isso, em Brasília, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) segue firme na posição de vice na possível tentativa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (TP).
MUDANÇA — III
Nos bastidores, a avaliação é que o xadrez eleitoral já começou, embora ainda tenha muita peça andando no tabuleiro. E, como sempre acontece na política brasileira, ninguém se surpreenderá se, até a eleição, aparecer mais gente mudando de partido do que torcedor mudando de lugar na arquibancada.
DATAFOLHA — I
O instituto Datafolha divulgou neste domingo (8) uma nova pesquisa de intenção de voto para o governo de São Paulo. O levantamento foi encomendado pela Folha de S. Paulo e tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Em outras palavras: os números podem dançar um pouquinho, mas sem sair muito do ritmo.
DATAFOLHA — II
No primeiro cenário apresentado, o atual governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, aparece liderando com 44% das intenções de voto. Logo atrás vem Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, com 31%. Mais atrás, quase formando o famoso “pelotão da esperança”, aparecem Kim Kataguiri, do Partido Missão, e Paulo Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira, ambos com 5%. Já Felipe D’Avila, do Partido Novo, aparece com 3%.
DATAFOLHA — III
Entre os eleitores, 11% disseram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% ainda não sabe em quem votar, provavelmente aguardando novos capítulos dessa novela política. No segundo cenário, Tarcísio amplia um pouco a vantagem e aparece com 46% das intenções de voto. O ex-governador e atual vice-presidente Geraldo Alckmin surge com 26%. No terceiro cenário, novamente com Haddad na disputa, Tarcísio registra 44%, enquanto o petista aparece com 28%.
DATAFOLHA — IV
Já no quarto cenário, o governador chega a 49% das intenções de voto. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, aparece com 19%. O Datafolha também simulou alguns cenários de segundo turno, e Tarcísio segue liderando em todas as combinações, uma espécie de “campeão da fase de grupos” da pesquisa. No confronto entre Tarcísio e Haddad, o governador teria 52% dos votos, contra 37% do petista. Contra Alckmin, Tarcísio aparece com 50%, enquanto o vice-presidente teria 39%. Em um cenário contra Márcio França, Tarcísio marca 60%, e França 22%. Já em um eventual segundo turno contra Simone Tebet, o governador teria 58%, enquanto a ministra aparece com 28%.
DATAFOLHA — V
Para realizar o levantamento, o Datafolha ouviu 1.608 eleitores em 71 municípios do estado de São Paulo, entre os dias 3 e 5 de março. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral. Em resumo, se eleição fosse decidida por pesquisa de março, Tarcísio já estaria escolhendo a cor das cortinas do Palácio dos Bandeirantes. Mas, como toda eleição brasileira, até outubro ainda tem muito debate, muita promessa, muita caminhada, e, claro, muita pesquisa para animar as rodas de conversa e os grupos de WhatsApp.
PSD — I
O Partido Social Democrático (PSD) decidiu apertar o passo e definiu que até o dia 31 de março anunciará quem será o candidato da legenda à Presidência da República. Antes, o prazo ia até 15 de abril, mas o partido resolveu antecipar a decisão, talvez para evitar mais um mês de especulações, palpites e apostas nos bastidores da política.
PSD — II
A escolha será feita pela direção nacional do partido e faz parte da estratégia da sigla para organizar sua participação nas eleições de 2026, que, como sempre, prometem ser mais movimentadas que fila de pastel em feira de domingo. Quem comanda esse processo é Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e atual secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo.
PSD — III
Conhecido por sua habilidade política, Kassab segue analisando o cenário com calma o que, em política, significa conversar com todo mundo, ouvir todos os lados e, se possível, manter todas as portas abertas ao mesmo tempo.
PSD — IV
Nos bastidores, vários nomes circulam como possíveis candidatos, o que faz o PSD parecer aquele grupo de amigos tentando decidir onde jantar: tem várias opções na mesa, muita conversa, e ninguém querendo pagar a conta sozinho. Agora resta esperar até o fim do mês para saber quem será o escolhido para vestir a camisa do partido na corrida presidencial. Até lá, o suspense continua e a política brasileira segue provando que, quando o assunto é eleição, sempre cabe mais um capítulo nessa novela.
CELESTE — I
A presidente do Instituto Pró-Vítima, a promotora de Justiça do Ministério Público (MP) de São Paulo Celeste Leite dos Santos, foi convidada pela União a integrar a comitiva brasileira que participará da 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70) da Organização das Nações Unidas (ONU).
CELESTE — II
O encontro acontece até 19 de março, na sede da entidade, em Nova Iorque, e contará com a presença da primeira-dama Rosangela Lula da Silva, a Janja, e da ministra das Mulheres, Márcia Helena Carvalho Lopes, chefe da delegação do Brasil, entre outras autoridades do País e do mundo.
CELESTE — III
O evento nos Estados Unidos vai reunir representantes de 45 nações que têm assento fixo na ONU. A delegação brasileira abarcará 278 membros, incluindo representantes da sociedade civil, da Academia, do sistema de Justiça, do Poder Legislativo e de governos nas esferas municipal, estadual e federal.