Educação – Apeoesp protestará contra a Reforma Administrativa, em audiência na Alesp

A deputada estadual Professora Bebel que faz duras críticas ao projeto da reforma administrativa na educação, por atacar o magistério paulista. Crédito: Divulgação

A Apeoesp vem realizando a mobilização e convocação de professores e de lideranças de movimentos sociais, além de pais e estudantes

 

Uma grande mobilização, com protestos, deverá ocorre nesta manhã de quarta-feira, 25, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo contra o PL 1316/2025, do governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que estabelece a reforma administrativa na educação. A Apeoesp vem realizando a mobilização e convocação de professores e de lideranças de movimentos sociais, além de pais e estudantes, para a audiência pública que acontecerá na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no auditório Franco Montoro, a partir das 9 horas.

A primeira presidenta da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel (PT) tem declarado que este projeto representa mais um ataque ao magistério paulista e à educação pública de qualidade, e que é preciso um grande movimento para barrar este que representa o desmonte da carreira do magistério na rede estadual de ensino.  Na audiência pública, deverá ser solicitada, mais uma vez, a retirada da propositura da Casa. “Vamos deixar claro que o que não aceitamos mais um ataque aos professores e ao magistério paulista”, diz.

Contra todos esses ataques, a Apeoesp também já marcou ato público unificado do funcionalismo público estadual para o próximo dia seis de março, às 16 horas, em frente ao MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo, com caminhada até a Praça da República, aonde está localizada a Secretaria Estadual da Educação.

No último dia 12, a deputada Professora Bebel também já promoveu audiência pública, na Assembleia Legislativa, quando entidades ligadas ao magistério paulista repudiaram e reforçaram posição contrária a este projeto do governado do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que estabelece reforma administrativa da educação, pedindo sua retirada da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. A posição foi manifestada por representantes de diversas entidades, como AFUSE, APASE, APEOESP, CNTE SINTEPS, UEE, UMES, UPES, FETE, Fórum Estadual de Educação, centrais sindicais, como CUT e CTB, movimentos como ULCM, Movimento de Moradia do Centro, entidades da Saúde, como SindiSaude-SP e AFIAMSPE.

De acordo com Bebel, o projeto do governador Tarcísio de Freitas desmonta a carreira do magistério e dos funcionários da educação; aprofunda a avaliação de desempenho injusta para punir e demitir profissionais da educação, retoma as chamadas faltas-dia pela somatória de faltas-aula e outras alterações na legislação para precarizar a situação profissional da categoria e facilitar processos de privatização. “Portanto, a nossa luta, neste momento, é para que o governador Tarcísio de Freitas retire o projeto da Assembleia Legislativa”, completa.

 

 

 

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