
Cuidar vai além do tratamento e envolve acolhimento e respeito. Na Santa Casa, assistência é baseada no conhecimento técnico e sensibilidade
Celebrado em 11 de fevereiro, o Dia Mundial do Enfermo convida a sociedade a refletir sobre a importância de uma assistência que vá além do tratamento de doenças. A data destaca a necessidade de um cuidado integral, que considere o paciente em seus aspectos físicos, emocionais e sociais.
Segundo a enfermeira Denise Laustenchlaeger, gestora do Cuidado da Santa Casa de Piracicaba, o processo de adoecimento impacta não apenas quem está internado, mas também familiares e acompanhantes. “A internação pode gerar insegurança, medo e desgaste emocional. Por isso, o cuidado precisa ser ampliado, envolvendo escuta, orientação e acolhimento”, afirma.
Na Santa Casa, a assistência é baseada na atuação de equipes multiprofissionais, que unem conhecimento técnico e sensibilidade humana. “Cuidar vai além de procedimentos. É olhar para o paciente de forma integral, respeitando sua história, suas necessidades e seu contexto”, destaca Denise.
Para o diretor técnico do Hospital, André Gervatoski (CRM 88.074), a humanização está diretamente relacionada à qualidade da assistência. “A tecnologia e os protocolos clínicos são fundamentais, mas o cuidado só é completo quando conseguimos aliar excelência técnica à empatia e à comunicação clara”, ressalta.
A humanização do atendimento se reflete em ações cotidianas, como orientações claras, atenção às necessidades emocionais e respeito às individualidades, contribuindo para um ambiente mais seguro e favorável à recuperação.
Para eles, o Dia Mundial do Enfermo reforça a importância de manter a empatia como valor central na saúde. “O cuidado verdadeiro acontece quando o paciente se sente acolhido, ouvido e respeitado. Isso também faz parte do processo de recuperação”, conclui.