Capiau

HACKEADO – I

O ex-presidente do MDB, ex-candidato a vice-prefeito na chapa de Barjas Negri (PSD) e atual presidente da Educativa FM, André Augusti, informou em suas redes sociais que teve o Instagram hackeado mas, felizmente, a conta já foi recuperada.

 

HACKEADO – II

Este idoso e cansado Capiau confessa que ficou momentaneamente abatido ao saber da perda do perfil, afinal, era uma munição a menos para esta coluna. Mas, brincadeiras à parte, ainda bem que tudo foi resolvido e o acesso restabelecido. Fica o alerta: em tempos digitais, senha forte e verificação em duas etapas já viraram quase itens de sobrevivência política. E, para alegria geral, inclusive deste humilde colunista, André está de volta ao jogo virtual.

 

SENADO – I

Neste ano, cada estado elegerá dois senadores, e, como já virou tradição na política brasileira, a fila de interessados começa a se formar bem antes do apito inicial. Em São Paulo, os nomes já circulam nos bastidores, alguns com mais vontade do que votos, outros com mais visibilidade do que certeza.

 

SENADO – II

Fernando Haddad (PT) aparece como possível candidato ao Senado, embora também figure nas conversas sobre a disputa pelo governo estadual. Capitão Derrite (PP) ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Marina Silva (Rede), Coronel Mello Araújo (PL) e Ricardo Salles (Novo) também são citados. Salles, aliás, ainda é lembrado por quem não esqueceu da ideia de privatizar o Horto Florestal de Tupi, proposta que até hoje rende comentários.

 

SENADO – III

Na lista ainda surgem Paulo Serra (PSDB), Paulinho da Força (Solidariedade), Baleia Rossi (MDB), Acácio Miranda (Missão) e Robson Tuma (Republicanos), mostrando que, quando o assunto é Senado, espaço nunca falta para pré-candidaturas. Já o PSD, comandado por Gilberto Kassab, segue no modo observador. O partido ainda não se posicionou oficialmente sobre a disputa, mas, conhecendo Kassab, silêncio raramente significa ausência, normalmente é só estratégia aguardando o momento certo para entrar no jogo.

 

SENADO – IV

E assim segue a pré-campanha: muita conversa, muitos nomes e, por enquanto, mais especulação do que definição. Afinal, na política paulista, o tabuleiro muda rápido e quase sempre quando ninguém está olhando. Foi mais ou menos o que aconteceu em 2018 com o saudoso deputado federal Antonio Carlos de Mendes Thame. Nome praticamente certo para a disputa ao Senado pelo PV, acabou tendo a candidatura cortada após a coligação do partido com o então governador Márcio França (PSB). Naquele tempo, vale lembrar, ainda era permitido coligar nas eleições proporcionais o que, na prática, muitas vezes significava que a matemática eleitoral falava mais alto que os planos individuais.

 

SENADO – V

Uma pena. Thame queria encerrar a carreira política disputando uma vaga na Câmara Alta, mas, como ensina a política brasileira, nem sempre o roteiro segue o que estava combinado nos bastidores. No fim, ficou mais uma daquelas histórias em que o candidato descobre que o jogo mudou, depois que a partida já tinha começado. Que nos conte essa história um político de Americana.

 

MOUNJARO – I

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o projeto de lei que prevê a quebra de patente dos medicamentos Mounjaro e Zepbound. Quando um projeto começa a andar rápido demais em Brasília, o cidadão já desconfia: ou é muito importante, ou muito necessário.

 

MOUNJARO – II

Nos bastidores, há quem diga que a pressa tem explicação. Afinal, com a popularização dos medicamentos para emagrecimento, não faltaria interessado em ver o preço cair o quanto antes. Pelo visto, desta vez a urgência não é só regimental é também estética.

 

MOUNJARO – III

Brincadeiras à parte, o tema envolve uma discussão séria sobre acesso a medicamentos, custos e propriedade intelectual. Mas que o projeto ganhou uma velocidade pouco comum para os padrões do Congresso, isso ganhou. E, conhecendo Brasília, quando a pauta interessa a muita gente ao mesmo tempo, a balança costuma andar mais rápido mesmo. Agora, que tem vereador precisando do Mounjaro… ah, isso tem. E se tem, tem bastante.

 

 

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